
A participação da eletricidade no consumo final de energia vem crescendo rapidamente em economias pioneiras como China, Noruega, Coreia do Sul, Indonésia e Texas, impulsionada pela eletrificação industrial, pela expansão dos veículos elétricos e pelo aumento dos usos digitais. Mais eficiente do que as fontes fósseis, a eletricidade deve passar de 21% em 2024 para cerca de 30% em 2030, consolidando-se como um indicador-chave da competitividade industrial. Segundo uma nota analítica do Fórum Econômico Mundial publicada no final de 2025, essa dinâmica se apoia em três alavancas principais: políticas públicas ambiciosas, incentivos financeiros e avanços tecnológicos. No entanto, sua adoção em larga escala depende de redes elétricas mais robustas, confiáveis e flexíveis.
13/07/2026
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